Como eu era antes de você.

Não tinha como né, tive que me render.

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Assisti o filme ontem e confesso que foi melhor do que eu esperava.
Eu não li o livro ainda (VERGONHA!) mas é que não caiu no sorteio da TBR-Jar… Está na lista!
Eu já sabia que algumas coisas aconteciam – a internet está cheia de spoilers – mas valeu a pena.
O fato dele ser rico e bonitão me deixou preocupada que fosse um daqueles clichês em que ele quer ter a moça boba de qualquer jeito e ela vai aceitando e larga o amor da vida por alguém que é “melhor”. Mas não! É totalmente diferente.
Para começar eu não achei ele arrogante como os atuais galãs são. Ele pode ser rude, mas é pelo que aconteceu com ele e não por ser um riquinho metido.
Tive uma raiva profunda da ex dele, então ele merecia um amor e ser feliz.
Nada de cenas de romance demais nem picantes… é mesmo uma grande amizade que se torna carinho, amor.
Muita gente saiu do cinema reclamando do fim do filme, cheios de achismos de como deveria ter sido o final, mas eu gostei dessa forma.
É triste, mas ela junto com a mãe dele queria mudar a perspectiva dele da vida, mesmo que só ele estivesse sentindo e passando por tudo aquilo.
Não significa que ela não conseguiu mostrar todas as coisas maravilhosas da vida para ele, apenas acabou sendo uma ótima despedida.
O que na verdade mais me interessou, é que apesar da situação dele, é ele quem muda a vida dela, quem ensina tudo e mostra coisas novas.
E voltando ao fato do dinheiro que ele tem, e de como a maioria dos filmes e livros hoje em dia mostra os homens e seus presentes perfeitos para as mulheres, nesse filme, o protagonista conseguiu dar o melhor presente do mundo sem gastar valores absurdos. Toda mulher gosta de jóias, mas saber exatamente o que dar para uma pessoa é mágico.
Mesmo sem ler o livro, sei que algumas partes não estão no filme, vai ser interessante ler para pegar esses detalhes.
Sobre essa perfeição chamada Emilia Clarke, ainda não tinha assistido nada com ela! (Não, eu não vejo GoT, superem!) A sobrancelha dela me dava um certo desespero no começo, mas depois comecei a me apaixonar pelo carisma e ela passou a ser a mulher mais perfeita do mundo.
Com suas roupas todas coloridas e atuação perfeita, ela torna a personagem como um raio de sol na vida de Will, amei ela, já quero assistir tudo que ela já fez.
Ah claro, Sam Claflin é maravilhoso! (E atua super bem, ele sente a mão depois de ficar gravando daquele jeito???????)
Eu não chorei, mas ouvi muitos soluços dentro do cinema…
A questão é que super aprovei o filme (talvez eu assista de novo em um futuro distante pelo Netflix)
Alguém ai já assistiu? Quero opiniões!

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Branca de Neve e o Caçador.

Branca de Neve e o Caçador – Lily Blake, Evan Daugherty, John Lee Hancock, Hossein Amini

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Sinopse: Há dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha. Para salvar seus poderes, ela deve devorar um coração puro, e Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu. Branca de Neve será morta pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?


Pela sinopse já vemos que o livro é muito diferente do conto de fadas que conhecemos.
Todo mundo que me conhece sabe que sou apaixonada pela Branca de Neve e  amei o livro. Nem sempre gosto das muitas versões que saem da princesa.
O que mais me fez gostar do livro, é que a princesa realmente tem tempo de se apaixonar, não é o básico de encontrar o príncipe e se casar, assim ela parece mais real do que no conto da Disney.
A Rainha não é só a malvada invejosa que quer ser a mais bela, mas precisa comer corações para ser bela! Branca de Neve não cresce como empregada limpando a casa, vestindo trapos e cantando com pombas (odeio pombas!), mas presa em uma torre vendo muitas moças irem até a rainha e não retornarem.
Branca de Neve não é a moça ingênua que estamos acostumados (bela, recatada e do lar), mas corajosa e guerreira, desde a parte que foge da torre até o fim do livro.
No filme da Disney, o caçador tem dó e tal, mas manda ela correr e vaza. Aqui, ela o convence a ajudá-la na fuga pela floresta assustadora! (Que é assustadora de verdade, não só na imaginação dela).
E então entramos em toda a história do caçador, onde ele tem um passado e conhecemos o personagem. É muito interessante, percebemos que ele não idolatra a Rainha e segue suas ordens cegamente, mas está fazendo isso por uma promessa de ter sua amada de volta.
Os anões aqui não são fofinhos e engraçadinhos e ficam totalmente em segundo plano, demoram até para aparecer. O príncipe parece ser importante, mas não teve importância nenhuma para mim. (O beijo dele nem sequer funciona! Oops..)
Apesar de todas as diferenças, minha cena favorita continua ali, da maçã envenenada.
Enfim, eu gostei do livro apesar de ter ouvido vários comentários contrários sobre ele.
Tenho até vergonha de assumir, mas ainda não vi o filme!
Leiam e me contem a opinião de vocês.


“Seu coração é feito de vidro ou da pura cor, Branca de Neve?” 


Curiosidade:  O veado tem um “osso” em seu coração, que na verdade é uma parte de suas artérias endurecidas até terem a consistência de osso.
Isso é abordado no livro, falando sobre ser um osso da sorte, adorei isso!
E ainda fez com que o veado aparecesse na história, já que ele é um dos animais que está com Branca de Neve no conto da Disney, achei interessante que falassem sobre ele.

Página do livro no skoob.

O Poderoso chefão.

O Poderoso Chefão – Mario Puzo.
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O Poderoso Chefão é um romance de ficção escrito por Mario Puzo, originalmente publicado em 1969, sobre uma família de mafiosos de origem siciliana que imigra para os Estados Unidos da América.

Mario Puzzo tornou-se um escritor conhecido mundialmente com este livro, seu terceiro romance. Ele faz uma biografia imaginária de um cappo da máfia nova-iorquina, desvendando o submundo do crime organizado.

Sinopse: Apesar de implacável, Don Vito é, essencialmente, um homem justo. Padrinho benevolente, nada recusa aos seus afilhados – conselho, dinheiro, vingança e até mesmo a morte de alguém. Em troca, o poderoso chefão pede apenas o respeito e a amizade de seus protegidos. Mas ninguém pode vencer as trapaças da idade. Quando seus inimigos atacarem juntos e tudo que a família Corleone significa estiver por um fio, o velho Corleone terá de escolher, entre seus filhos, um sucessor à altura. Um mundo de intrigas e decisões cruéis habilmente construído por Mario Puzo.


Muito difícil escrever sobre esse livro (estou enrolando faz tempo). Daqueles que de tão bom, da medo de falar algo que não esteja a altura.
Já cheguei a assistir os três filmes no mesmo dia, e não é diferente com o livro. Você não consegue parar de ler, a história vai se desenrolando muito rápido.
Adoro como o livro mostra tudo, desde a infância até a velhice do personagem.
Na verdade, foi com essa magnífica história que aprendi a fazer molho de tomate! Hahaha Um dos capangas do Don, Clemenza, faz um molho que acabou ficando famoso, no filme a receita é até retratada certinha.
Toda a ação do livro começa quando Vito recusa se juntar a um negócio de outro Don, envolvendo drogas e então, começa uma guerra entre as máfias.
Quando sofre uma tentativa de assassinado, um de seus filhos que não tinha intenção de fazer parte dos “negócios” do pai, acaba se metendo por vingança. Frio e calculista, ele vinga sua família e se torna o novo Don.
Gosto de como a festa de casamento é retratada e desse extremo de máfia e família feliz, onde todos estão comemorando, e no escritório dentro da casa, pedindo favores para o Don.
Um dos favores, que nos leva até uma das minhas partes preferidas: acordar com a cabeça decepada de um cavalo na cama. (Tem que ler para entender)
Também adoro a parte em que Michael (Al Pacino no filme, tem como não amar?) o filho mais novo de Don Vito acaba entrando para o mundo da máfia e vingando sua família.
Uma das frases marcantes do filme “Homens realmente grandes, não nascem grandes, tornam-se grandes.” me chama muito atenção. No próprio livro vemos isso, com Michael se tornando Don, quando além de ser o filho caçula era o único que não estava e nem tinha interesse em estar envolvido na máfia. Ele não se torna Don por ter nascido filho de um Don, mas sim pelos seus atos e suas escolhas, se tornando “grande”.
Não vou colocar aqui outras frases, são muitas e a maioria conhecidas por todos, recomendo que quem ainda não leu, descubra essas frases lendo o livro agora mesmo!

Agora que finalmente vim aqui indicar essa obra prima, deu até vontade de ler e assistir tudo de novo, definitivamente um dos meus favoritos. Tanto no papel como na telinha.

Veja a página do skoob aqui.
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Quem é você, Alasca?

Quem é você, Alasca? – John Green
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Sinopse:
 Primeira cerveja. Primeiro trote. Primeiro amigo. Primeiro amor. Últimas palavras.
Vencedor do Printz Award, da American Library Association, e estreia de John Green como uma das vozes mais cativantes e inovadoras da ficção contemporânea, ‘Quem é você, Alasca? ‘ retrata brilhantemente o impacto indelével que uma vida pode exercer sobre outra.
Miles Halter estava em busca de um Grande Talvez. Alasca Young queria saber como sair do labirinto. Suas vidas se colidiram na Escola Culver Creek, e nada nunca mais foi o mesmo.
Mas antes, um breve resumo de como tudo aconteceu:
Miles Halter vivia uma vidinha sem graça e sem muitas emoções (ou amizades) na Flórida. Ele tinha um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história. Uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XV, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”. Para não ter que esperar a morte para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para a Escola Culver Creek, um internato no ensolarado Alabama.

Lá, ele conhece Alasca Young. Ela tem em seu livro preferido, O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, a pergunta para a qual busca incessantemente uma resposta: “Como vou sair desse labirinto?” Inteligente, engraçada, louca e incrivelmente sexy, Alasca vai arrastar Miles para seu labirinto e catapultá-lo sem misericórdia na direção do Grande Talvez. Miles se apaixona por Alasca, mesmo sem entendê-la, mesmo tentando sem sucesso decifrar o enigma indecifrável de seus olhos verde-esmeralda.


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Quando li esse livro, só sabia sobre o autor pelo livro “A culpa é das estrelas” que eu nem sequer li. Não me interessei pelo livro, que só fui descobrir que existia quando já tinha virado filme. (Que eu também não fui assistir)
Ok, podem gritar comigo, não li e não assisti “A culpa é das estrelas”, que absurdo!
A questão é que simplesmente não me interessei pela história, parecia ser muito previsível e um romance bobo/clichê (e eu não costumo gostar de romances assim).
Quando vi a capa de “Quem é você, Alasca?” e vi que era do mesmo autor, imaginei que não era muito a minha cara, mas a capa me chamou muito atenção e lendo sobre o que se tratava resolvi dar uma chance.
Li em e-book, no celular, antes de dormir. Não sei se pelo sono, o não muito interesse no livro ou não estar acostumada a ler livros assim, mas não achei graça.
Me sinto estranha, já que até agora só vi leitores falando muito bem do livro. (Que também vai virar filme! Esse vou assistir pra ver se entendo direito.)
O personagem principal é muito chato, você fica com raiva dele. Ele coleciona últimas palavras, sabe, aquelas que as pessoas dizem antes de morrer? E o melhor amigo dele é totalmente o oposto dele, mas do mesmo jeito não me agradou. Para compensar, eu amei Alasca (gente, que nome é esse?), ela é toda confusa, doce e ao mesmo tempo doida. Da para perceber que é tudo uma casca, o livro nos mostra quanta tristeza ela tem. Uma das frases que marca a garota é “Como sairei desse labirinto?” enquanto li, essa frase me fez pensar muito, em muita coisa. E no fim, ela descobre como sair.
Ela deixa o personagem principal totalmente apaixonado e confuso.
A impressão é que dos três, ela é a adulta da turma, e no fundo da pra notar que tudo isso vem de tudo que ela já passou.
Ah, durante o livro… eles fumam o tempo todo! Chega a cansar.
Mas o livro é ótimo só pelo fato de ser cheio de frases ótimas que te fazem pensar na vida, como aquela da imagem ali em cima.
Na maior parte do livro eu me sentia um pouco perdida, tudo é contado em forma de contagem regressiva, como se algo fosse acontecer… e apesar de tentar entender muito o que era isso, só fui entender no fim. Pelo menos acho que entendi. O fim do livro é muito triste, não sabia direito se era isso mesmo, se tinha acabado. Li o capítulo final de novo e fiquei meio sem ação.
Não é um livro que me agrade tanto. Não foi o que eu esperava, foi mesmo só uma leitura para passar a hora antes de dormir, nada que eu queira ter na estante.
Mas como muita gente elogiou e entendo que sou a minoria que não amou o livro, super indico. Sei que a maioria vai gostar 😉

Página do livro no skoob.
Baixe o livro aqui.

Totalmente desnecessário: 
Enquanto lia, ia imaginando os personagens e não pude deixar de ver o melhor amigo de Miles com a aparência do um personagem de um desenho que gostava muito de assistir. 
A turma do bairro. (K.N.D. Kids Next Door)
Carlos Eduardo da Silva Jr. conhecido como Número 2! haha 
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O resgate do tigre.

O Resgate do tigre – Collen Houck

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Sinopse: Fé. Confiança. Desejo. Até onde você iria para libertar a pessoa amada? Kelsey Hayes nunca imaginou que seus 18 anos lhe reservassem experiências tão loucas. Além de lutar contra macacos d’água imortais e se embrenhar pelas selvas indianas, ela se apaixonou por Ren, um príncipe indiano amaldiçoado que já viveu 300 anos. Agora que ameaças terríveis obrigam Kelsey a encarar uma nova busca – dessa vez com Kishan, o irmão bad boy de Ren –, a dupla improvável começa a questionar seu destino. A vida de Ren está por um fio, assim como a verdade no coração de Kelsey. Em ‘O resgate do Tigre’, a aguardada sequência de ‘A maldição do tigre’, os três personagens dão mais um passo para quebrar a antiga profecia que os une. Com o dobro de ação, aventura e romance, este livro oferece a seus leitores uma experiência arrebatadora da primeira à última página.


Se você ainda não leu A maldição do tigre, aconselho que faça isso antes de continuar lendo esse post.

Confesso que não gostei tanto dessa capa como da primeira… mas ai já estava amarrada demais para não ler esse também.
A primeira coisa que pensei quando comecei o livro foi “Tomara que nesse não tenha macacos”. Bom, a questão é… PIORA!
Kelsey já está completamente apaixonada pelo príncipe tigre e eis que aparece o irmão dele, outro príncipe tigre! (Ela tem dois e eu nenhum).
Apesar de ser aquela ladainha da menina comum com dois caras perfeitos babando por ela, o livro tem toda uma história que faz com que isso não fique chato.
Sem contar que ela sente que não merece um príncipe em sua vida e decide sair com caras “normais”. (OPS, spoiler???)
Nesse livro, você já passa a entender que eles tem muito pela frente, os três vão ter que enfrentar muitas coisas juntos e toda a paixão e intrigas adolescentes, acabam ficando em segundo plano com essa história arrebatadora.
Temos muito mais ação nesse volume do que no primeiro! Sem contar um vilão diferente de tudo que já vi antes e muito sofrimento.
Lendo esse livro, consegui até prender a atenção do meu pai, que disse que assim que sair o filme vai ver comigo… O livro pode ter uma história “teen” mas prende adultos também.
Impossível não se colocar no lugar da heroína, pensar se está preparada para outra parte da missão e se maravilhar com os lugares e artefatos. É maravilhoso!
O final me deixou de boca aberta, magoada, brava e mais um pouco, mas ai vocês já vão ter que ler para entender.
Enfim, esse é o segundo… não preciso convencer vocês, já que assim que li o primeiro estava  desesperada para ler esse.
Leiam, se apaixonem e corram atrás do terceiro! Haha

Página do livro no skoob.
Você pode baixar o livro aqui.
Se ainda não leu, veja a resenha do primeiro livro “A Maldição do tigre”, aqui.

Em busca do sentido da vida.

Em busca do sentido da vida – Augusto Cury. 
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Sinopse: Este romance é sobre um colecionador de lágrimas que, depois de experimentar terríveis perdas e sofrer derrotas inimagináveis, transforma-se num colecionador de esperanças. Ao ler esta obra você acompanhará a fascinante vida de um homem que aprendeu a superar o desespero e a dor após viver um dos capítulos mais dramáticos da história da humanidade. O professor Júlio Verne, um célebre intelectual de seu tempo, vive asfixiado por rotina, fama e conforto. Sua vida não tem um sentido existencial nobre. É então que ele descobre a “lei vital da psiquiatria/psicologia”: uma pessoa só é verdadeiramente feliz quando procura irrigar a felicidade dos outros e promover seu bem estar. Assim, em busca de um sentido existencial, o professor aceita participar do inédito e incrível projeto tecnológico de viajar no tempo. Seu objetivo: impedir que a Segunda Guerra Mundial aconteça e varrer das páginas da História as piores atrocidades já cometidas pelos homens.


Já não é novidade que sou apaixonada pelos livros da Segunda Guerra, mas geralmente leio apenas os reais. Nesse livro Augusto Cury mistura realidade e fantasia, colocando um professor de história que deseja conseguir dar um sentido pra sua própria vida, em uma missão de volta ao passado, para tentar conseguir a felicidade das pessoas que sofreram com Hitler.
Como Julio Verne é um professor de história, o livro explica muito bem os detalhes de tudo que aconteceu, pra quem não estuda tanto sobre o assunto o livro é bem fácil de entender.
Porem, ajuda se você ler “O Colecionador de lágrimas” antes, é uma espécie de continuação.
O mais interessante, é que o autor explora a personalidade de Hitler desde a infância.. nos fazendo pensar se ele deveria ter sido morto como mandaram Julio fazer indo para o passado, ou se tendo um outro tipo de vida desde sua infância dava para ser salvo e não se tornar esse monstro.
O livro me tocou muito, e olha que já li relatos muito mais tristes sobre os campos de concentração, mas dessa forma, você vê a coisa toda como se estivesse sendo jogado no meio daquilo tudo, assim como acontece com o personagem.
O livro é bom e superou minhas expectativas, dos que li do autor é até agora meu favorito.

Página do livro no skoob.
Se ainda não leu, você pode baixar “O colecionador de lágrimas” aqui, o primeiro livro.

God of War

God of War: A história oficial que deu origem ao jogo.
Robert E. Vardeman, Matthew Stover

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Sinopse: Esta obra procura contar em detalhes a história de Kratos, guerreiro grego que trabalha para os deuses do Olimpo e, após ser manipulado pelo deus da guerra, almeja por vingança e por matar o próprio Ares, o deus da Guerra.


Já deu para ver que meu gosto é bem variado né?
Amei ter adquirido esse livro! Quando li a capa, super achei que o jogo inteiro tinha saído do livro.. só depois fui entender que na verdade, o livro veio depois.
Apesar de não jogar muito, esse é um dos jogos que de vez em quando tento fechar (sim, sou tão ruim que ainda não consegui).
Sempre gostei muito de ler sobre deuses do Olimpo, e como ler é muito mais a minha cara do que jogar, esse livro eu tinha que ter.
Gostando ou não de jogar, vale a pena ler!
O livro entra bem na mitologia grega.. e tem até detalhes que não tem no jogo (por isso se você fechou, diferente de mim… vale a pena ler do mesmo jeito).
O livro é tão bom, que você quase começa a pensar que Kratos, realmente faz parte da mitologia.
Os seres mitológicos sempre chamaram minha atenção, mas a forma como o livro coloca medusa e como Kratos interage com ela (impossível falar disso gente, vou dar spoiler!) me prendeu muito, amei ler essa parte.
Eu que sou um pouco lerda, confesso que o livro, até me ajudou a entender algumas coisas que no jogo só estavam implícitas.
É muito interessante entrar na cabeça dos deuses e até na do Kratos, entendendo como ele se tornou esse derrubador de sangue. (Alias, o livro é bem sangrento)
Homens podem brigar comigo, mas como uma boa mulherzinha, torci e me apaixonei por Kratos com o livro.
Enfim, vale a pena ler, reler, jogar e se deliciar, a trama te prende do início ao fim.
Já existe o segundo livro (que não li ainda).

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Não perca tempo e baixe aqui.