Brida.

Brida – Paulo Coelho.
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Descrição: Cada um precisa cumprir seu próprio destino.

“– E como posso saber quem é a minha Outra Parte? – perguntou Brida.

– Correndo o risco do fracasso, das decepções, das desilusões, mas nunca deixando de buscar o Amor. Quem não desistir da busca, vencerá.”

Brida é uma jovem irlandesa que sempre se interessou por magia. Em determinado momento, ela sente que é chegada a hora de mergulhar mais fundo nesse assunto e resolve procurar os sábios que dominam a arte da feitiçaria.

Nessa busca, duas pessoas são fundamentais: o Mago de Folk, que instrui Brida a confiar na bondade do mundo, e Wicca, que leva sua aprendiz a descobrir o seu Dom e a dançar a música do mundo.

Enquanto Brida tenta aplacar sua sede de conhecimento, também luta para vencer seus medos e encontrar o equilíbrio entre seus relacionamentos atuais e as descobertas de suas vidas passadas.

Esta é uma história de amor, paixão, mistério e espiritualidade, que trata do ancestral anseio humano por encontrar a alma gêmea.


Esse é um livro maravilhoso. Apesar de “O Alquimista” ser o primeiro na lista de mais vendidos do autor, “Brida” é com certeza meu favorito, seguido por “Veronika decide morrer”.
Li esse livro pela primeira vez quando tinha 20 anos e a personagem principal 21. Talvez por me sentir muito perto e muito ligada a ela que gostei tanto assim.
Mas não importa se você tem 21, 30 ou 50. Você vai se identificar e perceber que você é exatamente assim.
Todos nós afinal, não estamos esperando pela nossa alma gêmea? E se no caminho dessa procura, acabarmos nos encontrando também? Foi isso que o livro me mostrou.
Lia cada  página com um carinho imenso. Pensava em anotar frases, mas seria mais fácil anotar o livro inteiro.
É uma sensação que não sei explicar, só de escrever sobre isso já fico com vontade de ler de novo. É mágico e você se entrega. Assim como em muitos livros do mestre Paulo Coelho, Brida nos ensina a enfrentar nossos medos (algo muito importante para mim), a refletir, ter disciplina e tomar decisões.
Além de tudo isso, o livro ainda te prende pela curiosidade, para saber o motivo do interesse dos personagens uns nos outros, como vão lidar com essa ligações e quais caminhos vão escolher.
Muito difícil continuar sem contar o que acontece, só espero realmente que leiam.
E que assim como eu, passem o resto da vida procuram o brilho.

Não escondo que sou uma grande fã do Paulo Coelho. E tem como não ser? Você pode baixar os livros para ler no próprio blog do autor.
E acreditem, depois de ler um… vão querer ler todos!

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O menino dos fantoches de Varsóvia.

O menino dos fantoches de Varsóvia – Eva Weaver

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Sinopse: Mesmo diante de uma vida extremamente difícil, há esperança. E às vezes essa esperança vem na forma de um garotinho, armado com uma trupe de marionetes – um príncipe, uma menina, um bobo da corte, um crocodilo… O avô de Mika morreu no gueto de Varsóvia, e o menino herdou não apenas o seu grande casaco, mas também um tesouro cheio de segredos. Em um bolso meio escondido, ele encontra uma cabeça de papel machê, um retalho… o príncipe. E um teatro de marionetes seria uma maneira incrível de alegrar o primo que acabou de perder o pai, o menininho que está doente, os vizinhos que moram em um quartinho apertado. Logo o gueto inteiro só fala do mestre das marionetes – até chegar o dia em que Mika é parado por um oficial alemão e empurrado para uma vida obscura. Esta é uma história sobre sobrevivência. Uma jornada épica, que atravessa continentes e gerações, de Varsóvia à Sibéria, e duas vidas que se entrelaçam em meio ao caos da guerra. Porque mesmo em tempo de guerra existe esperança.


Vemos toda a tristeza da guerra pelos olhos de um garotinho judeu. As coisas ficam cada vez mais difíceis e em um apartamento pequeno, sua unica distração é seu avô, que tem um sobretudo gigante. Seu avô morre e o tal sobretudo fica para ele, onde descobre bolsos e um mundo de fantoches.
Ele e sua prima fogem da realidade brutal com suas histórias improvisadas e logo, começam a ganhar comida em troca das apresentações.
Mika, o esperto menininho, um dia distrai um soldado alemão que estava maltratando uma garotinha com seus fantoches. Esse soldado era Max, que passa a obrigar o menino a se apresentar para soldados nazistas.
Apesar de odiar o que estava sendo obrigado a fazer, ele passa a esconder recém nascido raquíticos em seu casaco de fantoches, e assim, tirar eles do gueto.
As coisas naquela época só pioravam, e quando todos começaram a ser mandados para os campos de concentração, Mika e sua prima agora apaixonados, fazem parte da resistência… e o casaco de fantoches de bebês, agora também transporta armas.
O elo que se cria entre esse garotinho judeu e esse soldado alemão é enorme, de forma que Mika da para Max um dos seus fantoches preferidos.
Quando a guerra acaba, Max é preso pelos russos em regime de escravidão. Consegue escapar, apesar de muitos fugitivos não terem aguentado toda a neve. Quando volta para casa seu filho já esta grande e seu casamento se desfazendo. (Essa parte do casamento, de como uma pessoa pode estar tão ligada a outra, sem que a outra nem se lembre dela me marcou muito).
Mas seu fantoche sobreviveu. Será que seu dono anterior, Mika, também sobreviveu?
O livro me tocou muito, um dos preferidos que li sobre esse assunto.
No início mergulhamos em toda a dor que os judeus sofreram no Holocausto. Mas na segunda parte do livro, vemos todo o sofrimento dos soldados que perderam a guerra, é tocante e algo que nunca é mostrado nos relatos que lemos. E no fim do livro finalmente, acabou. Sem judeus sofrendo, sem soldados sofrendo. Aqui, são os netos dos dois que aparecem para finalizar a dor e nos deixar com um sorriso no rosto.
Eu sofri com Mika, sofri com Max, mas me emocionei muito com essa amizade inesperada. Vi o poder que um simples objeto teve, em levar esperança a esses lugares horríveis e manter uma história viva por gerações.
É o primeiro livro que me fez ver o lado dos soldados, perceber que as vitimas estão dos dois lados e que toda história tem duas faces.

Recomendo a todos,  é um livro que vai te prender do início o fim, te deixar triste e feliz.

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Quem é você, Alasca?

Quem é você, Alasca? – John Green
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Sinopse:
 Primeira cerveja. Primeiro trote. Primeiro amigo. Primeiro amor. Últimas palavras.
Vencedor do Printz Award, da American Library Association, e estreia de John Green como uma das vozes mais cativantes e inovadoras da ficção contemporânea, ‘Quem é você, Alasca? ‘ retrata brilhantemente o impacto indelével que uma vida pode exercer sobre outra.
Miles Halter estava em busca de um Grande Talvez. Alasca Young queria saber como sair do labirinto. Suas vidas se colidiram na Escola Culver Creek, e nada nunca mais foi o mesmo.
Mas antes, um breve resumo de como tudo aconteceu:
Miles Halter vivia uma vidinha sem graça e sem muitas emoções (ou amizades) na Flórida. Ele tinha um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história. Uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XV, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”. Para não ter que esperar a morte para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para a Escola Culver Creek, um internato no ensolarado Alabama.

Lá, ele conhece Alasca Young. Ela tem em seu livro preferido, O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, a pergunta para a qual busca incessantemente uma resposta: “Como vou sair desse labirinto?” Inteligente, engraçada, louca e incrivelmente sexy, Alasca vai arrastar Miles para seu labirinto e catapultá-lo sem misericórdia na direção do Grande Talvez. Miles se apaixona por Alasca, mesmo sem entendê-la, mesmo tentando sem sucesso decifrar o enigma indecifrável de seus olhos verde-esmeralda.


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Quando li esse livro, só sabia sobre o autor pelo livro “A culpa é das estrelas” que eu nem sequer li. Não me interessei pelo livro, que só fui descobrir que existia quando já tinha virado filme. (Que eu também não fui assistir)
Ok, podem gritar comigo, não li e não assisti “A culpa é das estrelas”, que absurdo!
A questão é que simplesmente não me interessei pela história, parecia ser muito previsível e um romance bobo/clichê (e eu não costumo gostar de romances assim).
Quando vi a capa de “Quem é você, Alasca?” e vi que era do mesmo autor, imaginei que não era muito a minha cara, mas a capa me chamou muito atenção e lendo sobre o que se tratava resolvi dar uma chance.
Li em e-book, no celular, antes de dormir. Não sei se pelo sono, o não muito interesse no livro ou não estar acostumada a ler livros assim, mas não achei graça.
Me sinto estranha, já que até agora só vi leitores falando muito bem do livro. (Que também vai virar filme! Esse vou assistir pra ver se entendo direito.)
O personagem principal é muito chato, você fica com raiva dele. Ele coleciona últimas palavras, sabe, aquelas que as pessoas dizem antes de morrer? E o melhor amigo dele é totalmente o oposto dele, mas do mesmo jeito não me agradou. Para compensar, eu amei Alasca (gente, que nome é esse?), ela é toda confusa, doce e ao mesmo tempo doida. Da para perceber que é tudo uma casca, o livro nos mostra quanta tristeza ela tem. Uma das frases que marca a garota é “Como sairei desse labirinto?” enquanto li, essa frase me fez pensar muito, em muita coisa. E no fim, ela descobre como sair.
Ela deixa o personagem principal totalmente apaixonado e confuso.
A impressão é que dos três, ela é a adulta da turma, e no fundo da pra notar que tudo isso vem de tudo que ela já passou.
Ah, durante o livro… eles fumam o tempo todo! Chega a cansar.
Mas o livro é ótimo só pelo fato de ser cheio de frases ótimas que te fazem pensar na vida, como aquela da imagem ali em cima.
Na maior parte do livro eu me sentia um pouco perdida, tudo é contado em forma de contagem regressiva, como se algo fosse acontecer… e apesar de tentar entender muito o que era isso, só fui entender no fim. Pelo menos acho que entendi. O fim do livro é muito triste, não sabia direito se era isso mesmo, se tinha acabado. Li o capítulo final de novo e fiquei meio sem ação.
Não é um livro que me agrade tanto. Não foi o que eu esperava, foi mesmo só uma leitura para passar a hora antes de dormir, nada que eu queira ter na estante.
Mas como muita gente elogiou e entendo que sou a minoria que não amou o livro, super indico. Sei que a maioria vai gostar 😉

Página do livro no skoob.
Baixe o livro aqui.

Totalmente desnecessário: 
Enquanto lia, ia imaginando os personagens e não pude deixar de ver o melhor amigo de Miles com a aparência do um personagem de um desenho que gostava muito de assistir. 
A turma do bairro. (K.N.D. Kids Next Door)
Carlos Eduardo da Silva Jr. conhecido como Número 2! haha 
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O resgate do tigre.

O Resgate do tigre – Collen Houck

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Sinopse: Fé. Confiança. Desejo. Até onde você iria para libertar a pessoa amada? Kelsey Hayes nunca imaginou que seus 18 anos lhe reservassem experiências tão loucas. Além de lutar contra macacos d’água imortais e se embrenhar pelas selvas indianas, ela se apaixonou por Ren, um príncipe indiano amaldiçoado que já viveu 300 anos. Agora que ameaças terríveis obrigam Kelsey a encarar uma nova busca – dessa vez com Kishan, o irmão bad boy de Ren –, a dupla improvável começa a questionar seu destino. A vida de Ren está por um fio, assim como a verdade no coração de Kelsey. Em ‘O resgate do Tigre’, a aguardada sequência de ‘A maldição do tigre’, os três personagens dão mais um passo para quebrar a antiga profecia que os une. Com o dobro de ação, aventura e romance, este livro oferece a seus leitores uma experiência arrebatadora da primeira à última página.


Se você ainda não leu A maldição do tigre, aconselho que faça isso antes de continuar lendo esse post.

Confesso que não gostei tanto dessa capa como da primeira… mas ai já estava amarrada demais para não ler esse também.
A primeira coisa que pensei quando comecei o livro foi “Tomara que nesse não tenha macacos”. Bom, a questão é… PIORA!
Kelsey já está completamente apaixonada pelo príncipe tigre e eis que aparece o irmão dele, outro príncipe tigre! (Ela tem dois e eu nenhum).
Apesar de ser aquela ladainha da menina comum com dois caras perfeitos babando por ela, o livro tem toda uma história que faz com que isso não fique chato.
Sem contar que ela sente que não merece um príncipe em sua vida e decide sair com caras “normais”. (OPS, spoiler???)
Nesse livro, você já passa a entender que eles tem muito pela frente, os três vão ter que enfrentar muitas coisas juntos e toda a paixão e intrigas adolescentes, acabam ficando em segundo plano com essa história arrebatadora.
Temos muito mais ação nesse volume do que no primeiro! Sem contar um vilão diferente de tudo que já vi antes e muito sofrimento.
Lendo esse livro, consegui até prender a atenção do meu pai, que disse que assim que sair o filme vai ver comigo… O livro pode ter uma história “teen” mas prende adultos também.
Impossível não se colocar no lugar da heroína, pensar se está preparada para outra parte da missão e se maravilhar com os lugares e artefatos. É maravilhoso!
O final me deixou de boca aberta, magoada, brava e mais um pouco, mas ai vocês já vão ter que ler para entender.
Enfim, esse é o segundo… não preciso convencer vocês, já que assim que li o primeiro estava  desesperada para ler esse.
Leiam, se apaixonem e corram atrás do terceiro! Haha

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Você pode baixar o livro aqui.
Se ainda não leu, veja a resenha do primeiro livro “A Maldição do tigre”, aqui.

Gotinhas de iogurte!

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Essa receitinha é do site SOS solteiros.. O link do post deles está aqui.

Assim que me deparei com essa dica quis tentar… Como ali não fala qual iogurte usar, tentei com o meu favorito.

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(cade o patrocínio pela propaganda Nestlé?)

Fiz como fala na receita, colocando o iogurte em um saquinho e cortando a pontinha… da pra usar um confeitador de bolo também.
Porém, aconselho fazer com um iogurte mais firme, com esse deu certo, mas ficou “achatadinho” e não exatamente gotinhas… Acredito que com um mais líquido do que esse já não funcione muito bem.
Enfim, quando fui ver não tinha mais papel manteiga, então coloquei em uma tampa e deu certo também, não grudou!
Um pote desse de iogurte dá muuuuuitas gotinhas, e a parte com geleia fica especialmente gostosa.
Adorei a dica e tive que compartilhar com vocês.
Nesse calor, algo refrescante e saudável super vale a pena né?
Caso você não seja tão saudável assim, pode aproveitar e colocar as gotinhas em cima do seu sorvete de massa, eu testei e super aprovei. (Eu não sou nada saudável)
Infelizmente não tirei fotos hoje, meu celular acordou de mau humor e bravo comigo…
Mas tentem, da super certo e é uma delícia. Inclusive, você quer comer todos e não para enquanto não vê que acabou! hahaha

Espero que gostem 😉

ps: Esse site onde peguei a dica tem muuuuitas coisas interessantes e práticas, corre conferir.

Em busca do sentido da vida.

Em busca do sentido da vida – Augusto Cury. 
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Sinopse: Este romance é sobre um colecionador de lágrimas que, depois de experimentar terríveis perdas e sofrer derrotas inimagináveis, transforma-se num colecionador de esperanças. Ao ler esta obra você acompanhará a fascinante vida de um homem que aprendeu a superar o desespero e a dor após viver um dos capítulos mais dramáticos da história da humanidade. O professor Júlio Verne, um célebre intelectual de seu tempo, vive asfixiado por rotina, fama e conforto. Sua vida não tem um sentido existencial nobre. É então que ele descobre a “lei vital da psiquiatria/psicologia”: uma pessoa só é verdadeiramente feliz quando procura irrigar a felicidade dos outros e promover seu bem estar. Assim, em busca de um sentido existencial, o professor aceita participar do inédito e incrível projeto tecnológico de viajar no tempo. Seu objetivo: impedir que a Segunda Guerra Mundial aconteça e varrer das páginas da História as piores atrocidades já cometidas pelos homens.


Já não é novidade que sou apaixonada pelos livros da Segunda Guerra, mas geralmente leio apenas os reais. Nesse livro Augusto Cury mistura realidade e fantasia, colocando um professor de história que deseja conseguir dar um sentido pra sua própria vida, em uma missão de volta ao passado, para tentar conseguir a felicidade das pessoas que sofreram com Hitler.
Como Julio Verne é um professor de história, o livro explica muito bem os detalhes de tudo que aconteceu, pra quem não estuda tanto sobre o assunto o livro é bem fácil de entender.
Porem, ajuda se você ler “O Colecionador de lágrimas” antes, é uma espécie de continuação.
O mais interessante, é que o autor explora a personalidade de Hitler desde a infância.. nos fazendo pensar se ele deveria ter sido morto como mandaram Julio fazer indo para o passado, ou se tendo um outro tipo de vida desde sua infância dava para ser salvo e não se tornar esse monstro.
O livro me tocou muito, e olha que já li relatos muito mais tristes sobre os campos de concentração, mas dessa forma, você vê a coisa toda como se estivesse sendo jogado no meio daquilo tudo, assim como acontece com o personagem.
O livro é bom e superou minhas expectativas, dos que li do autor é até agora meu favorito.

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Se ainda não leu, você pode baixar “O colecionador de lágrimas” aqui, o primeiro livro.

God of War

God of War: A história oficial que deu origem ao jogo.
Robert E. Vardeman, Matthew Stover

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Sinopse: Esta obra procura contar em detalhes a história de Kratos, guerreiro grego que trabalha para os deuses do Olimpo e, após ser manipulado pelo deus da guerra, almeja por vingança e por matar o próprio Ares, o deus da Guerra.


Já deu para ver que meu gosto é bem variado né?
Amei ter adquirido esse livro! Quando li a capa, super achei que o jogo inteiro tinha saído do livro.. só depois fui entender que na verdade, o livro veio depois.
Apesar de não jogar muito, esse é um dos jogos que de vez em quando tento fechar (sim, sou tão ruim que ainda não consegui).
Sempre gostei muito de ler sobre deuses do Olimpo, e como ler é muito mais a minha cara do que jogar, esse livro eu tinha que ter.
Gostando ou não de jogar, vale a pena ler!
O livro entra bem na mitologia grega.. e tem até detalhes que não tem no jogo (por isso se você fechou, diferente de mim… vale a pena ler do mesmo jeito).
O livro é tão bom, que você quase começa a pensar que Kratos, realmente faz parte da mitologia.
Os seres mitológicos sempre chamaram minha atenção, mas a forma como o livro coloca medusa e como Kratos interage com ela (impossível falar disso gente, vou dar spoiler!) me prendeu muito, amei ler essa parte.
Eu que sou um pouco lerda, confesso que o livro, até me ajudou a entender algumas coisas que no jogo só estavam implícitas.
É muito interessante entrar na cabeça dos deuses e até na do Kratos, entendendo como ele se tornou esse derrubador de sangue. (Alias, o livro é bem sangrento)
Homens podem brigar comigo, mas como uma boa mulherzinha, torci e me apaixonei por Kratos com o livro.
Enfim, vale a pena ler, reler, jogar e se deliciar, a trama te prende do início ao fim.
Já existe o segundo livro (que não li ainda).

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Não perca tempo e baixe aqui.